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A mochila reutilizada do Salvador!

31 Agosto, 2017

Hello!

Com o aproximar do início de escola dos miúdos, urge preparar todo o material necessário solicitado pela escola, assim como comprar as fardas e calçado apropriado aos tamanhos e estação que se avizinha. Tarefas que dão trabalho e carecem de tempo disponível mas que na verdade dão um gozo especial a todas as mães. Eu não sou exceção. Lembro-me de ser pequena e quando chegava a esta altura, delirava, e adorava cheirar as folhas dos livros acabadinhos de serem comprados. Bons tempos!

Da lista de material enviada pelo colégio para que cada aluno levassse não constava que se levasse mochila. Mas, como é óbvio, depreende-se que todo o aluno leve uma mochila com o seu material diário. No 1.º ano de escola do Salvador comprei-lhe uma mochila, no meu entender boa, e que, independentemente da marca ser ou não mais conhecida, mais ou menos cara, de facto a mochila revelou-se mesmo boa. Com a entrada em grandes superfícies comerciais, neste caso a STAPLES (este artigo não é pago mas bem que podia ser, não me importava nada), nada mais natural que o miúdo se encantasse com todo o material novo disponível nas prateleiras e que ficasse iludido com as mochilas e querer mudar. Quando o questionei sobre essa parte, ele respondeu muito prontamente que queria a mesma mochila de sempre e que iria ficar com ela até ficar velhinha.

De facto, na maioria das vezes, e isto claro que tem que ver com os cuidados que se tem, o barato sai caro. A mochila custou +/- 40 euros e já vai para o seu 3.º ano de vida activa. Está impecável e é gira que se farta por isso não sai de moda. Se tivesse optado por algo mais fraco e consequentemente mais barato, a esta hora já tido ido parar ao lixo e  já teria comprado uma outra.

Por isso, dois pontos a meu favor: o meu filho Salvador já percebeu a mensagem da reutilização de bens e materiais, e a mãe não gastou dinheiro numa nova mochila.

E vocês aí por casa? Também têm estes cuidados quando vão às compras?

Keep in touch,

E.R.

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