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Gastar água estupidamente!

15 Setembro, 2017

Hello!

Hoje falo-vos de uma situação que não me cabe na cabeça já há muito tempo. Para quem vive em aldeias esta situação pode acontecer com mais regularidade e com maior desmazelo, pois também é mais propício a que as pessoas tenham água fornecida por um furo/poço e acharem que a água é deles e estão a marimbar-se para poupanças e recursos naturais.

Muitas vezes desço a avenida da minha aldeia e deparo-me com as pessoas a lavarem a estrada com a mangueira a debitar água e, pior ainda, quando encontram alguém pelo caminho e ficam na conversa e a água a jorrar pela avenida abaixo. Compreendo que as ruas possam andar sujas pela ausência de chuva nos últimos meses. Compreendo que possam não ter muito que fazer dentro de casa por já terem tudo limpo. Compreendo também que queiram dar dois dedos de conversa com a vizinhança e ver quem passa pela rua. Mas, por amor da santa (expressão utilizada regularmente pela minha colega de gabinete), não é preciso lavarem estradas com água da mangueira e portanto gastarem um recurso natural que tanta falta nos faz e óbvio, que tanta falta no vais ainda fazer. Acreditem no que digo.

Eu sei que pode ser difícil de entender. Mas vamos lá tentar explicar com mais pormenor do que estamos a falar. A água é um bem escasso, mesmo que tenhamos um poço e se pense que os lençóis freáticos superficiais e subterrâneos esbanjam água por todo o lado. Por isso toca lá a poupar e gastar água somente para o estritamente necessário.

Nota de rodapé: é nestas alturas que adorava que todos recebessem uma fatura (bem alta) dos consumos de água do mês e refletissem bem nos seus atos. Na maioria das vezes o facto de «doer» na carteira faz bem a muita gente.

E vocês? O que pensam disto?

Keep in touch,

E.R.

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2 Comentários

  • Comentar Carla 15 Setembro, 2017 at 14:37

    Infelizmente, mesmo a pagar, há quem lave os “terreiros” sem Grande preocupação…
    E agora com as vindimas??? 😱😱😱

    • Comentar Elsa Rocha 15 Setembro, 2017 at 14:39

      Sim, para alguns o dinheiro não tem sido impedimento no desperdício, inútil, da água.
      Beijinhos
      Elsa

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